“[...] Esteja todo dia aberto para o mundo, esteja pronto para pensar, esteja todo dia pronto a não aceitar o que se diz, simplesmente por ser dito; esteja predisposto a reler o que foi lido; dia após dia , investigue, questione e duvide”. Paulo Freire

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Os 7 Pecados do Aluno De Ensino À Distância



OS 7 PECADOS DO ALUNO DE ENSINO À DISTÂNCIA

Como vocês devem saber, existem os 7 pecados capitais – certamente,  todo mundo já cometeu algum deles. Então, agora foram definidos os 7 pecados do aluno de ensino a distância, que são os erros mais cometidos pelos alunos durante um curso na modalidade a distância.

Você é um aluno de curso a distância, por isso, tente não cometer nenhum dos erros descritos abaixo:

1 – Procrastinação: É o erro mais comum… Quem nunca adiou um curso para o próximo mês, semestre, ano, ou até mesmo adiou algum trabalho ou atividade? Mas, com esse comportamento, no ensino a distância, você acaba ficando defasado em comparação aos demais alunos e concorrentes do mercado de trabalho, que nunca para. Evite este erro!

2 – Falta de planejamento: Fazer um curso em que você pode definir o horário de estudo requer organização. Não é fácil conciliar trabalho, estudo, casa, família etc.; por isso, antes de começar um curso, planeje como irá cursá-lo e defina um horário fixo por dia, ou por semana, para estudar.

3 – Trapacear: Por incrível que pareça, ainda tem gente que acha que só o currículo basta. Tente não trapacear, procurando respostas prontas no Google, ou coisas do tipo. Só quem perde é você!

4 – Plágio: É a mesma coisa que trapacear. Em alguns casos, o plágio ocorre porque o aluno se esqueceu de citar a fonte, indicar as referências e etc. Nunca se esqueça de citar de onde você conseguiu determinada informação.

5 – Aceitar tudo: Você tem que aprender a dizer não. Muitas vezes as pessoas querem impor os seus horários aos outros, mas neste caso você deve manter os seus para não atrapalhar seus estudos. Em outras palavras: siga o seu planejamento!

6 – Ser impaciente: Aprender de verdade, requer tempo. Você não pode apressar o processo: um curso com duração de 8 horas deve ser feito em 8 horas, assim como um curso de 4 anos deve ser feito em 4 anos.

7 – Preguiça: É parecido com o primeiro “pecado”. Neste caso, devido à preguiça o aluno não faz um bom trabalho, bem como não consegue aprender correta e definitivamente. Quando você for fazer um curso, concentre-se somente nele e, por favor, não tenha preguiça!

Ensino à Distância

                                          Postado por Cléo

Perfil do Aluno EAD

                                          Postado por Cléo

terça-feira, 16 de outubro de 2012

 
                 EAD: Flexibilidade x Proximidade
 
Estou feliz por estar me adaptando ao sistema de educação a distância, por esses dois motivos: Flexibilidade e Proximidade.
Como trabalho em dois empregos e fazendo outro curso técnico, a educação a distância me permitiu mais uma qualificação, isso me permite estudar a qualquer hora do dia ou da semana, sem precisar comparecer a uma sala de aula e perder um tempo que talvez não fosse tão produtivo como tem sido estudar por aqui, pois o assunto é objetivo e as apostilas me levam a uma dedicação que eu não teria se fosse num curso presencial.
Quanto a proximidade, durante a semana os professores/tutores sempre estão presentes, seja no fórum, e-mail e etc, isso tem me motivado a estudar. 
Para muitos a educação a distância não é levada a sério pelo fato da flexibilidade deixar o aluno preguiçoso para estudar, mas a maneira com que os tutores/professores se conectam conosco, lembrando dos prazos e sempre se colocando a disposição para tirar dúvidas, fazem com que a educação a distancia seja levada a sério.
“Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente.” José Manuel Moran
Davi Mendonça Andrade é aluno de EAD em Técnico de Segurança no Trabalho Pelo IFF – Campus Cabo Frio.

sábado, 13 de outubro de 2012

O EAD na visão de um jovem universitário.


     Minha opinião sobre o ensino à distância sofreu algumas alterações recentemente.  Quando observo a forma como tem caminhado o ensino presencial e suas dificuldades em alcançar nos indivíduos resultados que, o próprio sistema de educação gostaria, mas não consegue, eu pensava que tão pouco o ensino a distância conseguiria.

     Na minha concepção a presença do estudante numa sala com outros estudantes e o professor, traz para os indivíduos um ambiente de relações pessoais, algo essencial ao ser humano quanto ser social que é (gostaria ainda de atentar para algo comum no ensino presencial, que é; a maneira como em sala de aula o professor se coloca absoluto na transmissão do conhecimento, não permitindo discussões que fujam a ementa, e como isso acaba por engessar muitos estudantes que podem contribuir grandiosamente para a aquisição do saber). Por este motivo que eu acreditava que a falta deste ambiente tornava o ensino a distância uma coisa programada e sem as possibilidades de trocas com os demais. Consequentemente gerando resultados menores ainda que o ensino presencial.

     Recentemente tenho sido exposto a esta realidade, sou estudante do curso de Administração de Empresas pela Universidade Veiga de Almeida, até o presente momento tive a oportunidade de cursar algumas poucas disciplinas online, isso me permitiu conhecer um pouco sobre como funciona este sistema de ensino, também conheço pessoas que fazem todo o seu curso à distância, e tenho visto nelas resultados consideráveis, digo, consideráveis pelo fato de que tanto presencial como a distância sempre existirem indivíduos que vão se formando nos conhecimentos adquiridos mais que os outros. Comecei a considerar também que, se alguém se dispõe a fazer uma graduação qualquer à distância é porquê no mínimo sabe o que quer, percebo também a utilidade do ensino a distância, quando permite que estudantes que não podem disponibilizar de tempo ou de outras condições para ter acesso ao estudo encontram essa oportunidade. Este sistema de ensino entra como uma nova possibilidade de acessar um nível superior de ensino, contudo continuo a considerar suas (em minha opinião) deficiências.

     Chego a pensar num novo sistema que poderíamos chamar de semipresencial, onde estudariam tanto os presentes quantos os alunos à distância em um mesmo período, claro que isso demandaria muito planejamento e tecnologia de informação, quando se cria um sistema novo basta ele começar a operar que logo aparecem suas imperfeições e necessidade de correões e ajustes, sabemos que nosso país se encontra num momento de mudanças, mas ainda a devida importância não é dada a educação e formação de nossos cidadãos, por isso falar de um sistema novo, talvez neste momento seja um pouco utópico, vamos então olhar para nossa realidade tentando contemplá-la da forma mais ampla possível e buscar soluções melhores aos problemas existentes.

     Não há como dizer que sou contra ou a favor do ensino a distância, é como apontei antes, existe necessidade de correções, adaptações, mudanças, o ensino continuará presencial e a distância. Na era onde estamos, com as mudanças constantes no cenário global, e a velocidade das informações. Cabe solucionar, fazer com que de fato o ensino esteja ao alcance de todos de maneira justa e igual (o que não acontece), seja ele a distância, presencial ou quem sabe semi presencial.

Jonathan Ângelo Barreto Mendes.

Universitário e cidadão simples, com as mesmas necessidades de qualquer outro.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Entrevista com Masako Masuda - EAD democratiza acesso à educação


Entrevista com a Presidente da Fundação Centro de Ciências do Estado do Rio de Janeiro ( Fundação CECIERJ), que abrange o Consórcio CEDERJ, Masako Oya Masuda, a qual diz que um benefício importante trazido pela educação a distância (EAD) de qualidade é a democratização do acesso à educação.

Ela destaca, ainda, o fato de a EAD atender pessoas sem acesso aos sistema universitário tradicional, o que permite melhores perspectivas de inserção no mercado de trabalho e realização profissional.

"Jornal do Professor – Que análise a senhora faz da situação da educação a distância no Brasil, atualmente?

Masako Masuda – Creio que estamos em fase de implementação em escala nacional. É, portanto, fundamental a presença das instâncias de regulação governamentais, para que o processo aconteça com responsabilidade.
JP – Qual é a situação do Brasil, em comparação com outros países, quanto à oferta de cursos a distância?
MM – Neste aspecto, como uma alternativa universal de acesso à educação, estamos apenas começando. Esta modalidade já está implementada com sucesso em muitos países.
JP – Ainda há preconceito com relação a essa forma de ensino? De que tipo?
MM – Há sim preconceito tanto no meio acadêmico quanto na população em geral. Há por exemplo uma desconfiança de que possa ser uma forma de aligeiramento de formação, uma educação de baixa qualidade. Penso que estamos vivendo, neste primeiro momento, uma etapa natural de desconfiança em relação ao novo. Claro que tanto quanto no ensino presencial, podem existir cursos EAD de excelente qualidade e outros abaixo da crítica. É necessário separar o joio do trigo e a sociedade precisa ter acesso a esta informação. Neste ponto, a ação dos órgãos reguladores é fundamental para que tudo que não atinja padrões mínimos de qualidade seja corrigido. A melhor forma de vencer o preconceito será através da qualidade da formação dos egressos, cuja atuação profissional será avaliada pela sociedade.
JP – Quais os principais benefícios da educação a distância?
MM – Diria que um benefício importante trazido pela educação a distância (EAD) de qualidade é a democratização do acesso à educação. A principal característica da EAD é a flexibilidade que o estudante tem do ponto de vista de horário e local para estudar. Assim, tanto aquela pessoa que mora a muitas centenas ou milhares de quilômetros de uma universidade poderá estudar neste sistema, quanto aquele outro estudante que embora more num grande centro não pode assistir aulas durante quatro ou oito horas todos os dias porque trabalha para o sustento próprio ou de sua família ou precisa cuidar da casa, filhos etc. Ou seja, a EAD atende pessoas que jamais conseguiriam estudar no sistema tradicional das nossas universidades. Permite melhores perspectivas de inserção no mercado de trabalho e realização profissional para estas pessoas. Com isto, contribui em última instância para capilarizar o desenvolvimento social e econômico por todo o território e também através das camadas da população socialmente menos favorecidas.
Um outro benefício destacado pela grande maioria dos alunos que concluem nossos cursos é que esta modalidade desenvolve a capacidade de planejamento e disciplina visando metas claramente estabelecidas. Eles aprendem a administrar o tempo e são os atores do seu processo de aprendizagem. Com isto, tornam-se profissionais com mais autonomia. Eles se tornam também capazes de se manter em permanente aperfeiçoamento profissional. São características fundamentais do bom profissional no mundo atual.
JP – Qual a importância da educação a distância para a formação dos professores?
MM – Além das vantagens citadas na resposta à pergunta anterior, particularmente o desenvolvimento de autonomia, poderia incluir, neste momento, a vantagem da obrigatoriedade do aluno, futuro professor (na maior parte, atualmente, imigrantes no mundo digital) familiarizar-se com as tecnologias de comunicação e informação e consequentemente tornar-se capaz de utilizar os mesmos meios de comunicação com os quais seus alunos (mais jovens, nativos no mundo digital) convivem, tranquilamente, no seu dia a dia. Assim, o professor formado através da EAD poderá utilizar com segurança mais esta ferramenta como auxiliar no seu trabalho junto aos alunos.
Adicionalmente, a possibilidade de formar professores nos locais onde residem, permite que populações do interior possam ter professores com o mesmo background cultural regional, por efetivamente vivenciarem esta realidade, e portanto talvez mais capazes de contextualizar o novo conhecimento na vida dos alunos. Neste sentido, levantamento que estamos fazendo com os alunos egressos de nossos cursos de licenciatura indica que grande parte dos que fizeram concurso para professores se candidataram e foram aprovados nos próprios locais onde residem e estudaram e vão atuar profissionalmente nestes locais.
JP – Qual o perfil dos alunos de educação a distância?
MM – A média de idade dos nossos alunos no momento do ingresso é mais alta, quando comparado com alunos das mesmas universidades no sistema presencial; temos hoje alunos ingressantes de 17 a 60 anos. A maioria (cerca de 80%) trabalha pelo menos em tempo parcial; cerca de 60% deles sustenta a família ou contribui de forma significativa para tal e a maioria (cerca de 70%) concluiu o ensino médio há cinco ou mais anos, quando ingressam nos nossos cursos. Portanto,no nosso caso, tratamos com alunos trabalhadores, adultos, homens e mulheres, a maioria em seu primeiro curso superior. Temos como nossos alunos muitas donas de casa que pela primeira vez estão buscando uma profissionalização e que, ao ingressarem e conhecerem nossos cursos trazem seus maridos, filhos, outros parentes e vizinhos para a universidade.
JP – Como as tecnologias auxiliam no ensino a distância?
MM – A rápida popularização do uso das tecnologias de comunicação certamente é um auxiliar muito poderoso na EAD. As tecnologias de informação e comunicação permitem uma rápida e ampla comunicação entre os atores do processo ensino-aprendizagem-gestão na EAD, fator fundamental para o sucesso desta modalidade. Permitem, também, enormes possibilidades de interação, troca de experiências e produção intelectual colaborativa nos ambientes virtuais de aprendizagem. No entanto, pela característica desta linguagem pelo menos na forma atualmente em uso, penso que a educação a distancia não prescinde dos livros, didáticos ou não, clássicas fontes bibliográficas e no nosso caso, também do material impresso, onde os alunos buscam parcela importante dos subsídios que fundamentam suas reflexões e seus conhecimentos específicos num trabalho solitário, que constitui uma das etapas de aprendizagem.
JP – Como o mercado de trabalho recebe esses estudantes do ensino a distância?
MM – Não tenho uma avaliação objetiva sobre o tema, apenas relatos de casos. Há situações como a de uma prefeitura que, há cerca de três anos, excluiu egressos de cursos a distância em edital de concurso que selecionava professores da educação básica. Por outro lado há relatos de egressos que não tiveram dificuldade de serem contratados em empresas e instituições de pesquisa públicas e privadas, sem falar no enorme sucesso dos professores formados nas nossas licenciaturas, nos concursos públicos em diversas prefeituras e também do Estado do Rio de Janeiro. É também crescente o número de ex-alunos cursando pós-graduação strictu e lato senso em universidades e instituições de pesquisa públicas de reconhecida qualidade.
Assim, acho fundamental que haja um controle muito estrito da qualidade de todos os cursos (a distância e presenciais), através de avaliações periódicas, para que o cidadão possa, com tranquilidade, escolher a modalidade de educação que melhor se adeque a sua condição individual."

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Roteiro do Projeto


PROJETO INTERDISCIPLINAR

Pólo: São Pedro da Aldeia-RJ

Equipe composta pelos alunos: 
Cléubia Gomes Michalopoulos
Quésia Apuque de Oliveira
Gideone de Lima Pimentel
Manoel Eugenio B. dos Santos
Gilmar Ercival Brand


ROTEIRO

Assunto que queremos investigar.
O PRECONCEITO EM TORNO DO ENSINO A DISTÂNCIA

O que queremos saber.
- Porque as pessoas apresentam resistência em relação ao Ensino a Distância?
- Qual a origem desse preconceito?

O que já sabemos sobre o assunto.
- Que existe preconceito em relação ao Ensino a Distância.
- Que a modalidade de ensino a distância não é recente.
- Que fazemos parte desta realidade, haja vista que somos alunos de uma graduação a distância

Qual o contexto.
- Contribuir para desmistificar o preconceito que envolve o ensino a distância na atualidade.

O que precisamos fazer para investigar o que queremos saber.
- Dividir as tarefas entre os membros do grupo.
- Pesquisar na internet os trabalhos já realizados a este respeito de maneira que possamos enriquecer nosso conhecimento.
- Realizar entrevistas a fim de saber a opinião do público leigo e contribuir para desmitificar o preconceito em relação a esta modalidade de ensino.

Que áreas de conhecimento nos ajudam a saber mais sobre o que queremos.
- Literatura, História, Informática, Língua Portuguesa.

Quais tecnologias usaremos para buscar informações sobre o assunto que queremos saber.
- Internet/computador, livros, revistas, TV(programas que já falaram a respeito do tema), jornal.